Dados Históricos

No início do século XX a construção de serrarias dá início a um processo de desmatamento dessa região considerada como um dos últimos refúgios indígenas, com a predominância da tribo dos índios Botocudos, que posteriormente migraram para Minas Gerais e Bahia. A partir de 1950 começaram a chegar na região os imigrantes italianos.

O município de Boa Esperança foi elevado à categoria de Distrito em 1949, através da Lei nº 65.265, de 22 de outubro de 1949, sendo criado anos depois, pela Lei nº 1.912, de 28 de dezembro de 1963, que foi publicada no Diário Oficial em 04 de janeiro de 1964. O município foi desmembrado de São Mateus e instalado no dia 03 de maio de 1964.

Localização geográfica do município: área: 428.7 km2; altitude: 140 m; latitude: 18° 32' 22" S; longitude: 40° 17' 44" W.Gr e distância da capital Vitória: 283 km, limitando-se ao Norte com Pinheiros; ao Sul com Nova Venécia; ao Leste com São Mateus e à Oeste com Ponto Belo. O clima é quente, com média de 25º C, média das máximas 30º C e média das mínimas 20º C. A média pluviométrica é de 1.128,4 mm/ano de chuvas, com maior ocorrência nos meses de outubro, novembro, dezembro e janeiro.

Hoje em dia Boa Esperança é composta pelos Distritos de São José do Sobradinho, distante 25 km da sede e Santo Antônio do Pousalegre, 9 km, além dos povoados do Quilômetro Vinte, distante 15 km e Bela Vista 8 km distante da sede do município.

A população do município de acordo com o Censo Demográfico do IBGE no ano de 2000 é de 13.679 habitantes. Essa população é constituída de mineiros, baianos, sergipanos, fluminenses e capixabas. Sua densidade demográfica é de 41,63 habitantes/km2.

A economia de Boa Esperança baseia-se na cafeicultura, pecuária, cana-de-açúcar e no comércio. Com referência a estrutura agrária, atualmente o município tem 780 propriedades cadastradas no INCRA (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária), predominando os pequenos e médios produtores rurais.